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Camila Hessel, repórter especial de Época NEGÓCIOS, acompanha neste blog o que fazem e dizem as companhias abertas no mercado de capitais brasileiro e internacional.
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Website protesta contra eventual aquisição da Budweiser pela InBev
“Vamos salvar muito mais do que apenas a nossa cerveja”, é o que propõe o site Savebudweiser.com, criado por um casal americano para coletar assinaturas e tentar impedir uma eventual aquisição da cervejaria Anheuser Busch, proprietária da marca Busweiser, pela InBev.
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Os rumores de que a companhia belga, controlada pelos brasileiros da Ambev, irá oficializar uma oferta de compra da companhia americana nas próximas semanas voltaram a circular no mercado. É que a InBev manteve nas últimas semanas uma série de negociações com grandes bancos, na tentativa de obter um empréstimo de US$ 50 bilhões para assegurar a compra (veja notícia no blog de Época NEGÓCIOS, a Notícia em 360º e também na Reuters, em inglês).
Wren e Daniel Fowler não são acionistas nem trabalham na empresa. Eles apenas vivem na mesma cidade que a família Busch, fundadora da Anheuser-Busch que ainda detém 5% de suas ações e se opõe ao negócio com a InBev. O grande argumento dos Fowler é de que a empresa é um ícone da cultura americana, além de ser uma das principais apoiadoras do exército do país.
“Além de fabricar uma cerveja saborosa, essa companhia provê milhares de empregos para o país, além de outros milhares de dólares em doações a instituições de caridade e sem fins lucrativos”, diz o texto que eles prepararam para o site. “Queremos que seu lema siga sendo ‘a grande cerveja americana’”
Até as 19:30 desta segunda-feira (02 de junho), 1.150 assinaturas já haviam sido coletadas. Em entrevista concedida ao blog do The Wall Street Journal, Wren afirmou que grande parte de sua admiração pela empresa é proveniente do suporte que ela dá ao exército americano. “O que me preocupa são os cortes de custos, que devem vir em caso de uma aquisição e que podem recair sobre as doações que a empresa faz”, disse Wren.
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02/06/2008 |
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Carl Icahn tem um blog Ícone do ativismo societário nos EUA estréia em grande estilo, falando sobre polêmicas como os salários dos altos executivos e as eleições de conselheiros de administração

Na última quinta-feira (19/06) nada menos que sete posts foram publicados na estréia do blog do investidor americano Carl Icahn. Famoso por promover grandes quedas de braço com os executivos das empresas em que investe, Icahn voltou às manchetes de jornal no último mês de maio, quando lançou sua campanha pela retomada das negociações entre o Yahoo e a Microsoft.
O blog era aguardado desde janeiro, quando ele colocou o atual endereço no ar com a promessa de falar sobre os temas que mais o preocupam e dar detalhes sobre as reivindicações específicas que tem com cada empresa. Por enquanto, ele se limitou à primeira parte.
Seus posts tratam de questões polêmicas, que ocupam o topo da pauta dos defensores de governança corporativa no mundo todo - como a remuneração dos principais executivos das companhias abertas, a necessidade de atrelar os salários milionários ao desempenho geral da empresa e a dificuldade que os acionistas nos EUA têm de indicar conselheiros de administração.
Acompanhar o que pensa uma lenda viva do mercado de capitais no mundo é uma oportunidade rara. Icahn, de 72 anos, esteve no centro de movimentos que redesenharam a forma de atuação das companhias abertas, como a onda de aquisições alavancadas (leveraged buyouts) da década de 80, por exemplo. Ele é o 46º homem mais rico do mundo, de acordo com a Revista Forbes, e ocupa a 18ª posição quando analisados apenas os bilionários dos EUA.
Suas idéias podem ser muito úteis para os investidores da bolsa brasileira, onde o ativismo ainda é incipiente. A despeito de sua postura de “super homem dos acionistas” (como lhe apelidou o editor do blog de negócios no New York Times), sempre vale a pena ouvir o que tem a dizer um homem que desafia o status quo. |
24/06/2008 |
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